terça-feira, 13 de março de 2012

Além do RH - Baixada Santista: Como está seus CHAOS?

Além do RH - Baixada Santista: Como está seus CHAOS?: Atualmente estou disponível no mercado de trabalho, ou seja, desempregada, mas prefiro utilizar o termo PHD que aprendi com meu amigo Joã...

domingo, 24 de abril de 2011

Páscoa esquecida

Texto de Reinaldo Ribeiro - O poeta do amor.

Páscoa o que ela significa para mim?

É chegada a Páscoa!
O mundo ocidental já não fala de outra coisa e não respira outro ar.
O comercio se mobiliza a plenos vapores.
Induútria de ovos de chocolate trabalham incessante e obstinadas rumo ao lucro.
Mães e pais economizam recursos para submeterem-se às imposições do consumismo.
E a Páscoa é novamente celebrada com a aparência de tudo.....
Menos com a essência de si mema!
Mas quando eu fecho os olhos consigo imaginar outro cenário.
E surge diante de mim a imagem de um gigantesco ovo de Páscoa.
O maior que já se viu ou já se ouviu falar.
Mas ele é diferente dos outros não só por suas dimensões exarcebadas.
É singular por conta do seu conteúdo.
E recheado de imagens projetadas por meu próprio coração.
Não são imagens de misérias e pobreza ao redor do mundo.
Nem do ódio que derrama sangue em nome de suas ideologias.
Nem da abjeta corrupção geradadora de desigualdades.
Nem da pedofilia e da violência que destroçam nossas crianças.
Nem das guerras travadas em nome da ambição.
Nem da natureza que hoje agride quem ontem lhe agrediu.
Nem dos farrapos humanos vencidos pela tragédia das drogas.
Nem da degradação generalizada oriunda do amor ao dinheiro.
Nem da cegueira imposta aos escravos da mídia.
Nem da covarde ingratidão que dzima nossos idosos.
Nem da desmoralização em nome da liberdade.
E nem da cobiça que se arvora de legítima fé religiosa.
Dentro desse gigantesco ovo de Páscoa que imaginei não há doces e guloseimas.
Mas mesmo assim eu não diria que ele é menos significativo e importante.
Ele está recheado de bons princípios, de liberdade e fé.
Pois livres do Egito da cegueira é possivel enxergar a Canaã da felicidade.
E só assim somos capazes de avistar o Cordeiro de Deus: Jesus Cristo - A verdadeira Páscoa!

Este texto é dedicado a todos os corações onde o amor de Deus ainda consegue se revelar.
Nesses corações a Páscoa nunca será esquecida.

Renascer

Lindo texto de Heloisa Amaral de Souza.

"Muitas vezes abrir mão da eternidade, leva-nos, inevitavelmente, ao sofrimento.

Entrentanto é melhor sentir dor, amor, frustração, ternura, decepção, carinho e cumplicidade, do que passar uma eternidade inteira, sem tê-los.

Hoje decidi fazer algo novo. Decidi ouvir o som abafado do meu sussurro e entender que algumas coisas são inexplicáveis e permanecerão, para sempre, imutáveis.

Meu coração rendeu-se ao silêncio e pude perceber que há também, muitas outras coisas que podem ser lançadas no mar do esquecimento, e esta atitude, mudar, definitivamente a história da minha vida.

Olhei-me atentamente, pela primeira vez e vi-me como realmente sou. Olhei-me sem hipocrisia, sem máscaras, sem desculpas e desnudei-me de mim mesmo.

Meu coração guiou-me a um encontro com a minha humanidade!

Pude perceber que tornar-me humano significa reconhecer que não sou perfeito, que sou passível de errar, que não preciso ter todas as respostas.

Percebi que tenho deficiências, áreas de sombra, desejos ocultos, fraquezas que não podem ser confessadas.

Rasguei-me por dentro ao confrontar-me com minha humanidade.

Percebi que viver no contexto da eternidade siginifica considerar-me infalível, ser cheio de arrogância, achar-me acima do bem e do mal, ser intolerante, julgar as pessoas pelas suas falhas, não ser compassivo, chegar ao extremo na busca pela perfeição.

Que alto preço a se pagar!

Entretanto, não abro mão mais da minha humanidade.

Cometerei erros, terei decepções, sofrerei, mas também serei mais tolerante, menos arrogante, mais compreensivo, e saberei amar, de uma maneira plena, livre de pré-conceitos e preconceitos.

Essa será minha eterna busca: Morrer para mim mesmo e renascer, mais humano, a cada novo dia!"

Dedico este texto a todos os meus amigos.

Edinaldo Herminio

domingo, 17 de abril de 2011

- Resgate da Competitividade - Fernando Pimentel - ABIT

O crescente déficit na balança comercial de manufaturados preocupa muito os setores produtivos e exige a urgente implementação de medidas que aumentem a competitividade sistêmica do Brasil. Para isso, são prementes a redução dos encargos trabalhistas, a isenção tributária dos investimentos e a desoneração das exportações. Propostas nesse sentido já foram encaminhadas ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), com a justificada inquietação de uma entidade representativa de 30 mil empresas, empregadoras de 1,7 milhão de pessoas, ou 8 milhões, se considerarmos os postos de trabalho indiretos e os gerados pelo efeito renda.

A agenda da competitividade é muito mais ampla, mas é preciso mostrar com clareza e rapidez à sociedade, empresários e trabalhadores que o país avançou das discussões para a prática. Não há mais como postergar soluções pois a valorização aguda do real agravou os efeitos de problemas estruturais de nossa economia, como os juros e impostos elevados, estrutura tributária onerosa e complexa, infraestrutura cara e deficiente, alto custo para manter empregos e preço proibitivo da energia elétrica. O momento é propício à implementação de providências, considerando o grau de confiança na economia e o respaldo político de um governo eleito com expressiva votação.

Conectada ao processo de resgate de nossa competitividade está a estratégia de defesa comercial, a partir da correta leitura do presente cenário da economia globalizada, ainda não recuperada da crise de 2008/2009. São emblemáticas as consequências desse quadro na indústria têxtil e de confecção. As nações desenvolvidas, tradicionalmente grandes importadoras de vestuário, continuam com elevado desemprego e consumidores céticos. Com isto, busca-se um novo ponto de equilíbrio mundial entre oferta e demanda. Neste contexto, o aquecido mercado brasileiro é um alvo cobiçadíssimo.

Portanto, o país não pode ficar passivo ante uma inequívoca prática de concorrência desigual: nações de grande representatividade utilizam mecanismos desequilibradores do comércio, em especial a depreciação de suas moedas. Para mitigar as assimetrias, precisamos ser ágeis em aumentar nossa competitividade interna e estabelecer mecanismos ainda mais eficientes e de rápida implementação na legítima defesa comercial.

A indústria não quer benesses, mas condições equânimes para enfrentar concorrentes estrangeiros

Enganam-se os que imaginam haver riscos de desabastecimento em decorrência dessas medidas. A indústria têxtil e de confecção nacional tem batido recordes de investimentos, que superaram US$ 2 bilhões em 2010. Assim, está apta a atender o mercado interno e disputar o mercado mundial. Ademais, não estamos falando de fechamento dos portos. As ações defensivas que preconizamos objetivam, respeitando as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), combater a competição desleal e muitas vezes irregular.

Os números históricos corroboram os crescentes danos provocados por esse problema. Em 2005, o Brasil importava vestuário por US$ 7 FOB o quilo. Esse valor não tinha paralelo em economias como a dos Estados Unidos e Argentina. Na ocasião, diziam que nossos preços eram mais baixos porque, como país tropical, comprávamos mercadorias mais leves e com menor qualidade. São argumentos inconsistentes e irreais. Ações sistemáticas e bem conduzidas fizeram com que, sem prejuízo do comércio, os preços atingissem hoje os patamares mundiais em torno de US$ 16 FOB por quilo.

Porém, mesmo com os investimentos e medidas de defesa adotadas, as importações dispararam, alcançando US$ 5 bilhões em 2010, quando o déficit da indústria têxtil e de confecção atingiu US$ 3,5 bilhões. Isso significou a não criação de 135 mil empregos. Ante a questão cambial aguda e os problemas de competitividade sistêmica, não têm sido suficientes os nossos diferenciais competitivos civilizados e politicamente corretos, representados pelo respeito ao ambiente e à sustentabilidade dos recursos naturais, design avançado, tecnologia, inovação, conhecimento, novos materiais e serviços de qualidade. Por isso, sem jamais descuidar desses valores agregados, carecemos de condições concorrenciais isonômicas.

O Brasil tem a quinta maior indústria têxtil e de confecção. Possivelmente passaremos ao quarto lugar em 2011. As empresas distribuem-se em todo o território nacional e mesclam, como poucas atividades, uma base produtiva forte, ampla, diversificada e fomentadora de conhecimento e inovação. Temos semanas de moda com importância global, uma cadeia de distribuição com mais de 100 mil pontos de venda e um dos maiores mercados consumidores do mundo.

O setor não quer benesses, mas sim condições equânimes para competir. Temos tudo para suprir a demanda interna e externa e não tememos a concorrência pautada pelas normas da civilidade e da economia de mercado. Os procedimentos sociais, ambientais e de manufatura, assim como os produtos, devem ser globais. Portanto, não cabe condescendência com a prática predatória dos que burlam esses preceitos para conquistar mercados, sequestrando os empregos e a prosperidade dos brasileiros.

Fernando Pimentel, economista, é diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Executivos Brasil - Blog do EB: O Líder Contemporâneo Parte II : A LIDERANÇA ESS...

Executivos Brasil - Blog do EB: O Líder Contemporâneo Parte II : A LIDERANÇA ESS...: "Escrito por Luceli Mota “A LIDERANÇA ESSENCIAL” Em dezembro passado publicamos a primeira parte do tema: “Você tem os hábitos de um líder..."

terça-feira, 29 de março de 2011

Amizade

Eu queria ser um poeta...
Conheçer o oficio de recolher palavras...
Realizar a proeza de desvendar os silêncios...
E descobrir o que o outro fala, mesmo quando ele nao diz
Eu queria ser amigo dos versos
Possuir as asas que à inspiração pertecem
E alcançar a palavra que possa ser a tradução do amor
Mas do poeta eu so possuo os òculos
Óculos são instrumentos que ampliam a visão
O amor também
E já que nao sou poeta o amor é o que me resta
Desde quando a vida me permitiu conheçer vc
Tenho experimentado a beleza do significado amizade
Quando nossos caminhos se encontraram foi amizade a primeira vista
Depois daquele encontro meu mundo ficou mais bonito
sua presença quando as duas eram difíceis
Quando pensei que felicidade era coisa de outro mundo
sua palavra me convenceu de que seu deveria continuar
suas alegrias despertando minhas alegrias
suas risadas me fazendo rir também
vida dividida em pequenas coisas
costura do tempo nos aproximando sempre mais
Extraimos felicidade das coisas mais simples
e multiplicamos a graça de cada instante
vc me empresta qualidade
eu nao gostaria que a morte nos alcançasse sem antes poder lhe dizer...
que nas miudezas dos meus dias que passam vc é um grande acontecimento que permance.

esses versos é de um lindo livro que fala de amizade (amigo somos muitos,mesmo sendo dois)

Texto enviado por minha amiga Cintia Freitas.

A arte de decidir no tempo certo